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Rádio Cultura assina termo aditivo da migração para FM

Rádio Cultura assina termo aditivo da migração para FM

Foi um dia histórico onde o rádio mais uma vez se reinventa. A cerimônia de assinatura dos termos aditivos de adaptação das outorgas do rádio AM para o FM, reuniu mais de 500 pessoas nesta segunda-feira (7) em Brasília (DF).  Foram 244 rádios que assinaram o termo aditivo da migração de Amplitude Modulada (AM) para Frequência Modulada(FM).  Após a cerimônia no Palácio do Planalto pela manhã, o representante legal de cada emissora assinou o documento no auditório do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).  Nova frequência em 2017 A Rádio Cultura de Campos Novos, uma das emissoras contempladas no lote da migração, foi representada pelo engenheiro Álfio Rosin, responsável técnico pelas rádios da Rede Scalabriniana de Comunicação. Álfio explica que após a assinatura do termo aditivo, a Rádio Cultura apresentará no prazo de até três meses, mas deverá fazê-lo antes disso, o projeto técnico para a instalação e solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a autorização para o uso da radiofrequência. Com a liberação, a emissora já pode transmitir na nova faixa. Ele prevê que o processo de migração se efetive em 2017, após tramitar no MCTIC e Anatel, mas destaca que a Rádio Cultura já está preparada tenicamente para a mudança. " O prazo só depende da tramitação no Ministério'', ressalta, 'mas certamente será em 2017, pois há vários processos represados no governo'', acentua. A Anatel já indicou a nova frequência que será Classe A4 Canal 230, frequência 93,9, operando com 5 mil watts em FM, aumentando significativamente a qualidade e o alcance da transmissão da emissora. Repercussão Na  ocasião, o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisao (ABERT) disse que a conquista deve-se à ousadia e ao empreenderotismo dos radiofusores. “O investimento da ordem de R$ 100 milhões em novos transmissores, sistemas irradiantes e outros equipamentos, além de mais de R$ 15 milhões em serviços, não terá sido em vão”, disse Tonet. Das 1.439 emissoras que solicitaram a migração, 53 assinaram os contratos de nova outorga em maio, totalizando 297 com as desta segunda-feira. A expectativa é que, a partir de agora, o processo de migração das outras emissoras seja concluído em breve.   Roseli Rossi Lara - Rede Scalabriniana de Comunicação
Mariana, um ano depois

Mariana, um ano depois

No dia 05 de novembro, a tragédia de Mariana completa um ano. O rompimento da Barragem de Fundão, localizada no município de Mariana (MG), arrasou o distrito de Bento Rodrigues e destruiu a vida de inúmeras famílias.  Para honrar a memória dos que morreram e dar voz aos sobreviventes, a Signis Brasil, com a colaboração  da  Rede  Católica  de  Rádio  (RCR),  impressos,  portais  e  televisões,  deu  vida  ao projeto “Mariana – Um ano depois”, que conta com uma série de reportagens radiofônicas, um documentário televisivo e uma matéria especial para os veículos impressos.  A produção do conteúdo foi feita pela equipe da Rede Catedral de Comunicação Católica, da Arquidiocese  de  Belo  Horizonte  (MG).  Mais  de  dez  profissionais  estiveram  envolvidos  no trabalho,  e foram a campo no local  da tragédia  durante uma semana para mostrar extensão das perdas em Bento Rodrigues, que vão muito além do aspecto material.  A  vida  em  comunidade  também  foi  destruída.  Nesse  cenário  de  desolação,  a  fé  e  a espiritualidade  foram  elementos  fundamentais  para  manter  a  união  e  a  esperança  de  uma população que sonha com a reconstrução de suas vidas. O documentário multimídia será veiculado em  230 emissoras de rádio espalhadas pelo Brasil, publicado  em  onze  títulos  impressos,  e  transmitido  em  oito  TVs  de  inspiração  católica, além dos sites desses veículos e suas respectivas redes sociais.  Para o  coordenador  de  Produção  da  TV  Horizonte,  Francisco  Vilela,  “a  pauta  conjunta,  que vem sendo consolidada a cada semestre com os meios de comunicação católicos, nasceu em uma reunião da Signis Brasil. O objetivo do documentário é mostrar o dia a dia destas pessoas que  foram  afetadas  pelo  rompimento  da  barragem.  Não  ficamos  focados  nos  dados  mais técnicos, quisemos extrapolar um pouco mais e mostrar de perto o que estas pessoas estão passando”, explica Vilela. O jornalista  João  Eugênio  ficou  especialmente  impressionado.  “Quando  cheguei  a  Bento Rodrigues, eu fiquei paralisado. Lembro que cada um da equipe ficou caminhando sozinho pela cidade em silêncio, imerso nos próprios pensamentos. Era um silêncio muito denso, somente perturbado por um barulho de máquina, e tudo era da mesma cor laranja muito forte: paredes, chão e plantas. Penso que conseguimos compartilhar um pouco das desolações das pessoas de que perderam tudo porque fomos a Bento e conversamos com várias dessas pessoas. Todo mundo fala de Bento com muito amor”, conta. Sinopse:  "O Bento, Terra da Gente" volta ao cenário de destruição do distrito de Bento Rodrigues um ano após o rompimento de uma barragem de rejeitos, que deixou a comunidade sob a lama.  A partir dos relatos dos atingidos, o documentário retrata como a fé e a devoção de um povo são capazes de manter a união e a esperança de reconstruírem suas vidas. Fonte: http://signis.org.br/noticias/comunicacao/03-11-2016/signis-brasil-lanca-reportagem-multimidia-sobre-o-projeto-mariana-um-ano-depois