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OIT pede melhor regulação de empregos considerados atípicos

OIT pede melhor regulação de empregos considerados atípicos

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) quer reformas regulatórias e políticas para melhorar a qualidade nos empregos considerados atípicos. Em relatório divulgado em Genebra, a agência da ONU disse que houve um aumento global nesse tipo de serviço, que inclui trabalhos temporários, de meio expediente e em agências de emprego. Além disso, inclui também os trabalhadores subcontratados e autônomos. O diretor do escritório da OIT em Nova York, Vinícius Pinheiro, disse que "o Brasil tem uma legislação trabalhista que é relativamente rígida em relação aos contratos temporários e os contratos mais flexíveis. De forma que, pelo menos estatísticamente, essa precarização não tem se observado. O que se observa bastante no Brasil é essa conversão do trabalho assalariado e por conta própria, quando as pessoas demitem seus funcionários e contratam pessoas jurídicas, principalmente nos setores de serviço e tecnologia. Isso tem sido observado por razões, principalmente, fiscais e aí é importante trabalhar em relação a esses pontos", afirmou. Entre as recomendações feitas pela OIT estão a implementação de políticas que garantam tratamento igual para todos os trabalhadores, fortalecimento das medidas de acordo coletivo de salários, proteção social e geração de novos postos de emprego. A agência da ONU informa que as formas de trabalhos atípicos não são novas, mas aumentaram muito nos mercados de trabalho contemporâneos. O relatório mostra que esse tipo de emprego está associado a maiores inseguranças para os trabalhadores. Nos países industrializados, a OIT afirma que esses empregos podem ser comparados aos trabalhos casuais nos países em desenvolvimento. No Reino Unido, 2,5% dos trabalhadores estão nesta situação e o índice sobe para 10% nos Estados Unidos. Já na Índia e em Bangladesh, mais de 60% das pessoas estão em empregos "não padronizados. No Mali e em Zimbábue, são 33% nesta condição. Edição - Roseli Rossi Lara - Rede Scalabriniana de Comunicação
Papa se solidariza com as crianças migrantes e refugiadas

Papa se solidariza com as crianças migrantes e refugiadas

O Santo Padre encontrou, no Átrio da Sala Paulo VI, no Vaticano, numerosas crianças que participam da iniciativa “O trem das Crianças”. Trata-se de uma iniciativa promovida, pelo segundo ano consecutivo, pelo Pátio dos Gentios, uma estrutura do Pontifício Conselho da Cultura, que tem como lema “Trazidos pelas ondas”. O trem das crianças, que partiu da Calábria, sul da Itália, trouxe ao Vaticano cerca de 400 crianças, que vivem em centros de acolhida de migrantes. Antes do pronunciamento do Santo Padre, o Cardeal Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, explicou sobre o objetivo da vinda das crianças ao Vaticano: encontrar o Papa e entregar-lhe uma carta. Depois, algumas das crianças dirigiram umas breves saudações ao Papa Francisco, em nome das demais: um menino nigeriano, um do Sri Lanka, uma professora e o responsável do Centro Esportivo “Sem Fronteiras”. A seguir, o Papa tomou a palavra e falou, em forma de diálogo com as crianças, sobre a Carta que lhe entregaram, com um desenho feito por elas, que representa as ondas, o pôr-do-sol, a indiferença e a fraternidade, e disse: “Todos nós, todos, somos diferentes, diversos, mas também todos somos iguais porque somos irmãos. Mas, há um perigo: as crianças são obrigadas a fugir da sua terra, com seus pais e famílias, por causa da guerra, da fome... pegam grandes barcos e correm tantos perigos, sobretudo o de não chegar ao destino devido aos naufrágios”. Por outro lado, o Papa recordou outro grande perigo: aquelas pessoas que fazem de tudo para que as embarcações não cheguem à meta final: a Europa. (MT). Rádio Vaticano
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